quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O que tiver que ser, será.

Para o dicionário Aurélio, a definição de amor é: 1. Sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem; 2. Sentimento de dedicação absoluta de um ser a outro.

Eu defino o amor como: sentimento inexplicável sentido uma vez na vida.

Eu mesma me vejo um ano atrás, pensando amar alguém. Mas, o que é o amor? Jurei nunca ter sentido. É. Eu nunca senti... Até então perceber que meu coração, ora estava batendo forte apenas por bater, ora eu estava sentindo o amor... Pela primeira e última vez. Hoje eu sei o que é estar apaixonado, sei também o que é estar perdidamente louco de amores.

A preocupação intensa, a vontade de estar junto da pessoa amada, a carência, a necessidade de um abraço, a saudade, o coração gelado, palpitando sem parar para encontrar o ser que tanto desejas... O amor e suas tantas qualidades... Quem dera viver só de coisas boas e perfeitas. O grande problema é que simplesmente não existe conto de fadas, apenas existe o amor, que nem sempre é retornado como e do jeito que queremos.

Problema maior é não saber lidar com o que sentes. Saber que ama, mas que não pode. Saber que aquela pode ser sua “alma gêmea” e realmente não poder fazer nada. Nada mais do que apenas existir.

O que tiver que ser, será. Apenas ame. Nada mais. Nada mais do que pode fazer. Nada mais do que consegue fazer. Siga em frente. Não procure o que fazer. Apenas, faça.

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